Promover o fortalecimento a estabilidade e o desenvolvimento sustentável das pequenas e médias igrejas e fomentar o empreendedorismo, para fortalecer a economia nas igrejas e a expansão e crescimento do evangelho no âmbito nacional.
Do dia primeiro do mês de novembro de 2013, foi criado a CGM - Convenção Global de Massa de Pastores e Lideres da Igreja Transmundial e Igrejas autônomas independentes, o Sistema Único Federativo - definiu o seu Direcionamento Estratégico a partir de 2016. Teve como objetivo rever e reafirmar os conceitos fundamentais da organização e orientar a atuação das igrejas e sua inclusão social, rumo à excelência no apoio ao desenvolvimento das pequenas e médias igrejas.
- Fomentar regionais do CNPBB - Conselho Nacional de Pastores e Bispos do Brasil e todo país;
O Direcionamento Estratégico do Sistema é dá continuidade aos direcionamentos estratégicos de atuação e traz pontos de aprendizado essenciais para aperfeiçoar a formulação e a gestão da estratégia, entre os quais destacam-se:
* a importância da construção participativa da estratégia, para que o direcionamento seja entendido por todos os níveis da organização por meios dos cadastro e filiação;
* o Mapa Estratégico como peça de comunicação da estratégia do crescimento espiritual e social;
a seleção e definição de indicadores de esforço e de resultado nas operações de evangelização e cooperação mútua;
* a importância das metas para manter o foco nos resultados é mobilizar os colaboradores;
o monitoramento das alterações dos cenários nacional e internacional, e seus impactos na atuação da CGM nos estados;
* um processo de gestão da estratégia uniforme para o Sistema Único Federativo coerente e consistente, envolvendo todos os fatores relevantes.
* A construção do Direcionamento Estratégico aconteceu em cinco etapas, em espaços presenciais é à distância, via internet, com eventos para a discussão de cenários e da atuação da CGM, pesquisas com liderança e reuniões com dirigentes, presidentes de igrejas. Envolveu múltiplos fatores de diferentes instâncias da Casa e recebeu a colaboração de parceiros das principais entidades religiosas. Subsídios importantes foram obtidos com a realização de ciclos de conversação para a composição dos cenários até o ano de 2022.
* Esse novo mapa estratégico tem, portanto, ampla aderência com os cenários interno e externo e com os desafios da Convenção Global de Massa nos próximos anos. Por sua dinâmica participativa de construção e simplicidade, poderá acelerar o alinhamento e a efetividade das ações estratégicas a serem desdobradas no desenvolvimento de igrejas no âmbito participativo.
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